sábado, 5 de junho de 2010

COMUNITÁRIA PRESENTE NA ASSEMBLEIA NACIONAL DOS MOVIMENTOS SOCIAIS CONVOCADA PELA CMS

A  Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo,  como não podia deixar de ser, esteve presente  e  participando com dois diretores (Gréta Fialho e Hudson Cunha) da ASSEMBLÉIA NACIONAL DOS MOVIMENTOS SOCIAIS convocada pela  Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS), ocorrida no dia 31 de maio de 2010, no  Auditório do Sindicato dos Bancários, em São Paulo, com a presença de 3.000  delegados dos mais diversos organismos populares: associações e prefeituras  comunitárias, movimentos dos negros, das mulheres, pela paz, pelos pela moradia,  educação, direitos humanos e das minorias, entre outros.
 O  objetivo desta Assembléia foi a conclusão do PROJETO NACIONAL E POPULAR DOS  MOVIMENTOS SOCIAIS em elaboração desde o início do ano nos Fóruns Sociais Mundiais Temáticos realizados  em Porto Alegre e Salvador, tendo passado por diversos debates em entidades de base e debatido em 17 plenárias estaduais realizadas como etapas preparatórias da Assembleia.
Após  dezenas de intervenções de representantes das entidades presentes, sugerindo a melhoria do texto base, foi delegada à COMISSÃO DE SISTEMATIZAÇÃO  DA ASSEMBLÉIA  a tarefa de apresentar o texto final do Projeto as propostas para  sistematização.
A Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo, em texto fundamentado,  passou a mesa da Assembléia a proposta de Planos Diretores de Segurança Pública, para apreciação e possível inclusão pela Comissão de Sistemtização.
A Assembléia Nacional dos Movimentos Sociais revestiu-se de grande importância,  inclusive, pelo compromisso selado pelos diversos movimentos sociais presentes de seguir unidos na luta pela consecução deste projeto, bem como  organizativamente de  “fortalecer a unidade dos trabalhadores e trabalhadoras e  movimentos sociais, mobilizar o povo para impedir o retrocesso, ampliar as  conquistas e aprofundar as mudanças”.
Perante  ausência de algumas propostas do Projeto Nacional e Popular dos Movimentos Sociais na AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA, da Conclat, as lideranças da  Coordenação dos Movimentos Sociais propuseram,, no dia 1º de junho de 2010,  na Conferência Nacional da Classe  Trabalhadora,  a unificação das duas propostas, em uma pauta comum, para ser  defendida e implementada conjuntamente. Unidade que será obtida, sem dúvida, na  ação, dado o respeito às especificidades das pautas.

CONFERÊNCIA NACIONAL DA CLASSE TRABALHADORA - CONCLAT - LEIA OU BAIXE O TEXTO COMPLETO DA AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA

Agenda pelo Desenvolvimento com Soberania, Democracia e Valorização do Trabalho

PARA LER OU BAIXAR O TEXTO NA ÍNTEGRA DA AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA: clique aqui
As centrais sindicais CUT – Central Única dos Trabalhadores, CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil; Força Sindical e Nova Central Sindical dos Trabalhadores, com representações de todos Estados e do DF, com a presença de cerca de 25 mil trabalhadores, reuniram dia 1º de junho de 2010, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo,  num encontro inédito e de unidade da classe trabalhadora, para debate e aprovação, em Assembléia, da AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA pelo Desenvolvimento com Soberania, Democracia e Valorização do Trabalho.
                A AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA consiste  em um projeto para o Brasil a ser apresentado à sociedade brasileira, aos partidos políticos e seus candidatos[1], tendo 6 (seis) eixos estratégicos e cada um deles com diretrizes mais destacada:
1 – Crescimento com Distribuição de Renda;
2 – Valorização do Trabalho Decente com Igualdade e Inclusão Social;
3 – Estado como promotor do desenvolvimento socioeconômico e ambiental;
4 – Democracia com efetiva participação popular;
5 – Soberania e integração internacional e
6 – Direitos Sindicais e Negociação Coletiva.
                Esta Agenda foi elaborada com a participação dos sindicatos e entidades afins e tem 265 propostas chaves, mas, segundo os Sindicalistas, as possibilidades de os candidatos a frente das pesquisas abraçarem esta proposta são remotas e parcial, restando  somente  de Dilma Rousseff, que poderá vir a declarar de público seu engajamento com os eixos e diretrizes expostos pelos trabalhadores e trabalhadoras na AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA.
                Os demais candidatos dificilmente colocariam em seu programa pontos polêmicos como fim do fator previdenciário, elevação real do salário mínimo, impostos sobre grandes fortunas e heranças, distribuição dos lucros, redução da jornada de trabalho, direito amplo de greve, negociação coletiva, reforma fiscal com transferência de renda para os menos favorecidos, estímulo ao cooperativismo, previdência pública e universal, etc[2].
                Dada sua dimensão política e a composição de trabalhadores que não se curvam perante os poderosos e não aceitam mais o retrocesso para as políticas neoliberais que provocam a dependência nacional, desemprego e perversos efeitos nas políticas de distribuição de renda, com riscos ainda a democracia para os segmentos sociais populares; as interpretações do evento pelos grandes meios de comunicação tentaram desvirtuar o conteúdo e forma da CONCLAT, ao dizer que foi gasto muito do imposto sindical, foi ato de apoio a Lula, ... antes tentaram caracterizar como apoio à Dilma Rousseff, como o evento essencialmente sindical, com a palavra dada a um representante do PT, que somente falou por 5 minutos, tentaram caracterizar a fala deste como o tom de toda a Conferência o que não é verdade.
                É preciso estar atento, pois cada evento que não soa bem para as elites conservadoras, elas tentam desvirtuar os principais objetivos pinçando uma ou duas palavras e colocando como tom de todo o encontro.
                Até sobre os números dos presentes houve polêmica a Guarda Metropolitana tentou afirmar que somente estavam presentes 15 mil  pessoas, mas, catracas registraram a entrada de mais de 23 mil e houve acessos pelos fundos de muitos militantes, o que não deixa muita margem para dúvida da presença de cerca de 25 mil pessoas.
                Ademais, o principal não é o número de presentes, mas sim  cinco aspectos ignorados pela grande imprensa sobre a AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA:
  1. É uma agenda resultante da participação coletiva dos trabalhadores e trabalhadoras: o processo de elaboração desta envolveu historicamente milhões de pessoas, dado que consubstancia propostas que vem sendo geradas pelos trabalhadores e trabalhadoras  dos mais diversos sindicatos do Brasil inteiro, de norte a sul, os quais também analisaram acertos e erros de políticas públicas sociais adotadas pelo Governo Lula e erigiram propostas corretivas ou a serem implementadas.
  2.  Conteúdo avançado dos eixos e diretrizes: possibilitado pelos acertos do atual governo de desenvolvimento com distribuição de renda - a Agenda traz propostas mais avançadas do que temos na realidade brasileira hoje e que cobram maior determinação governamental, com aperfeiçoamento de muitas proposições, como a de exigir elevação do Salário Mínimo, com conversão em lei do compromisso firmado com as centrais sindicais de elevação do salário mínimo com parâmetros definidos; fim do fator previdenciário, etc.
  3. Objetivo claro da Agenda: é ser uma resposta a crise econômica, política e ambiental, apontando como superá-la e implementar um modelo essencialmente popular e democrático, embasado, como já dito, três valores fundamentais: a democracia, a soberania do País e a valorização do trabalho.
  4. Fruto da unidade inédita das centrais sindicais e da classe trabalhadora: ocorrida de forma semelhante anteriormente somente em 1981, durante o CONCLAT,  o que é pouco ou nada abordado pela grande imprensa;
  5. Apresentada num momento ideal:  justamente no período de crise e  pré-eleitoral, o que permite dar o tom para as diversas coligações e partidos do que querem os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras como forma de superar as dificuldades defrontadas, sendo que incorporação em suas plataformas eleitorais e partidários dependerá de cada coligação e de cada candidato, mais ainda as trabalhadoras e os trabalhadores terão um referencial seguro para destinarem seus votos para aqueles que abraçarem a AGENDA DA CLASSE TRABALHADORA em sua integralidade.
  6.  

[1] A grande imprensa, bem como diversos companheiros e companheiras, restringiram os destinatários, como se fossem unicamente pré-candidatos à Presidência da República; mas está claramente lá no Manifesto aprovado na CONCLAT “As Centrais Sindicais, reunidas na Conferência da Classe Trabalhadora – Assembléia, apresentam à sociedade brasileira, aos partidos políticos e seus candidatos, um conjunto de propostas  que reafirmam nosso desejo de que o país trilhe o caminho do desenvolvimento”... e lá também consta que este projeto nacional de desenvolvimento é “orientado por três valores fundamentais: a democracia, a soberania do País e a valorização do trabalho”.
[2] Ciente desta limitação da Candidatura de Serra e da opção direitista que fizeram Serra e PPS, a UGT – União Geral dos Trabalhadores recusou participar do evento e da elaboração programática por manobra do Partido Popular Socialista e do Partido Democrata, sob o pretexto de que  a Candidata Dilma Rousseff seria beneficiada com a concretização da unidade das centrais em uma plataforma única..



terça-feira, 18 de maio de 2010

PLANO DE PRESERVAÇÃO DO CONJUNTO URBANISTICO DE BRASÍLIA - REUNIÃO PLENÁRIA DIA 1º DE JUNHO


COM A POPULAÇÃO DO CRUZEIRO, OCTOGONAL E SUDOESTE.
COMPAREÇA - DIA 1º DE JUNHO- TERÇA-FEIRA - AGENDE
.          A necessidade de um debate sério, aprofundado e democrático da Preservação da Área Tombada, detalhando as condições de cada uma das localidades, é um anseio da população do Plano Piloto, do Cruzeiro, Candangolândia e de todo o DF, tanto que esta necessidade já está consubstanciada na Constituição Federal e na Lei Orgânica do Distrito Federal.


.         Os debates de questões relacionadas ao uso e ocupação do solo e princípios e diretrizes de preservação do conjunto urbanístico tombado deveriam ser democráticos e com possibilidade de reflexão popular, com oitiva dos anseios e interesses das comunidades envolvidas, abordando os mais diversos problemas e soluções, como cercas,  grades, gabaritos dos prédios, destinações de uso das diversas áreas, passeios, estacionamentos, áreas verdes, setores obsoletos, revisão de normas de uso do solo, paisagismo, e até uma visão crítica de diversas concessões feita pela SEDUMA e antecedentes em relação aos gabaritos, mudanças de destinação, licitações, posicionamentos da SEDUMA pró PDOT, etc.

.          Com base no PDOT – Plano Diretor de Ordenamento Territorial e deliberações da SEDUMA, foi contratada uma firma PARTICULAR, de fora de Brasília, para dirigir o debate sobre o PPCUB e elaborar uma proposta  estatal a ser remetida à Câmara Legislativa.

.               Além de a firma ser particular (quando temos diversos organismos públicos  no DF capazes de acompanhar e dirigir o projeto, como questionam membros do Ministério Público), e de fora, do Paraná (terra do arrudista Taniguchi),  de certa forma ligada ao antidemocratismo da SEDUMA em relação aos procedimento pretende impor como será a proposta decorrente das reuni~eos do PPCUB, ao que tudo indica como vinha se procedendo a coleta preliminar do Plano.

.           Portanto, não é por acaso que o debate, visando à elaboração do Plano de Preservação  do Conjunto Urbanístico de Brasília foi sistematicamente prejudicado pelas atitudes dos dirigentes da SEDUMA e pela empresa que foi contratada para elaborar um estudo das condições da área tombada, formulando diagnóstico e sugerir prognóstico.  

.             Interpretamos que queriam contratados e dirigentes da SEDUMA, unicamente, aparentar que cumpriram a Resolução 299/2004, do IPHAN que determinava textualmente: o plano deveria “resultar de  acordo entre os principais atores públicos e privados, constituindo-se em processo participativo".

.              Os moradores da área relativa ao Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste, na plenária do dia  8 de maio, resolveram tomar uma atitude de basta a esta prática da SEDUMA de sufocar as manifestações populares que ocorreram nas reuniões anteriores.

.              Por exemplo, na reunião do dia 12 de março, feita à surdina, alguns moradores tomaram conhecimento menos de 1 (uma) horas antes do evento. Os presentes no local foram impedidos de expressar e ser registrado o protesto. Como única solução, perante os tecnocratas, os membros da comunidade saíram do local, daí originou um documento que não reflete as condições da comunidade. Para a SEDUMA , a reunião fora realizada plenamente.

.            Depois, a SEDUMA também marcou outra reunião plenária, usando meios de divulgação precários, no auditório-porão do Museu Nacional, localizado a 10 quilômetros ou mais da área em debate, para avaliar as questões do Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste. E apresentar o trabalho superficial, já aludido.

.            Aí foi a gota d’água, populares presentes manifestaram o inconformismo com a condução que estava sendo levada a questão da elaboração do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília.

.            Questionaram a legitimidade e o conteúdo que sairia desta forma. E propuseram o cancelamento da reunião. Mas, sob o compromisso de que haveria nova reunião plenária no circuito da área em debate, populares, sem se comprometer com as falhas e não descartando a possibilidade de virem a questionar todo o processo, concordaram com a realização daquela reunião e a marcação de outra. E os moradores presentes teceram diversas críticas as falhas apreesentadas no trabalho exposto.

.           Assim, os moradores do Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste resolveram propor uma Comissão de Mobilização visando à divulgação das reuniões e ao acompanhamento dos debates, bem como para incorporar os debates anteriores já desenvolvidos com a Seduma e a comunidade, formular propostas de encaminhamento e se manifestar sobre o PPCUB em curso.

.         Esta Comissão, foi escolhida pela população, numa reunião realizada no dia 13 de maio de 2010, no Auditório da Biblioteca Rubem Valentim, do Cruzeiro, cujos integrantes já constam em matéria deste blog.
.           A Comissão, em reunião realizada na quarta-feira, sem se comprometer com a institucionalização de seu trabalho, definiu seu  papel:

PAPEL DA COMISSÃO DA POPULAÇÃO

Intervir no processo de elaboração do PLANO DE PRESERVAÇÃO DO CONJUNTO URBANÍSTICO DE BRASILIA – PPCUB de modo a:
1 – garantir a ampla divulgação das reuniões plenárias e outros foros relacionados com o PPCUB, cobrando dos órgãos competentes a sua parte na publicidade e, ainda, colaborando na medida de suas possibilidades;
2 – asseverar participação da população nos debates;
3 – assegurar a incorporação no PPCUB das reivindicações da população;
4 – socializar as informações.

.             Além disto, ficou marcada uma reunião com toda população do Cruzeiro, Octogonal e Sudoeste  a ser realizada dia 1º de junho de 2010,  Aruc ou Circulo Operário, no Cruzeiro, onde será debatido o PPCUB.


INTEGRANTES DA COMISSÃO DA POPULAÇÃO


SUDOESTE


Benedito
8442-7171
Elber
9971-2798
Miralba
9979-2307
OCTOGONAL


Maria da Luz
9981-5962
Ernesto

Jair Araújo
9989-7853
CRUZEIRO NOVO


Hudson Cunha
8519-4532
Wanderson Ferreira
8500-1521
Orlanides Maia
8129-9411
CRUZEIRO VELHO



Deuzani Noleto
8416-0142
Mirian de Faro
3361-4930
Tico
9802-9217
Darli Máximo
9623-7464
COMERCIANTES
(Cruzeiro Center, comércios locais e Setor de Oficinas)
Luiz Belote
8609-3932
Manoel Henrique
9190-8938
Ronie
8418-1444

PLANOS DIRETORES DE SEGURANÇA PÚBLICA: lembrando nossa proposta.

ESTA PROPOSTA VAMOS APRESENTAR AO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA: 
             A Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo, também denominada COMUNITÁRIA, tem acompanhado com atenção a política de segurança pública brasileira, principalmente a partir de outubro de 2009. Constatou que, nos últimos anos, houve uma tentativa de avanço, com alguns sucessos,  via PRONASCI – Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania e do SUSP – Sistema Único de Segurança Pública.
            Criar outras instâncias burocráticas não é solução, como Ministério da Segurança Pública, que implicam em maiores despesas governamentais sem uma política de Estado continua, consistente,  permanente,  segura e democráticamente elaborada, com diretrizes e objetivos de curto, médio e longo prazos, com prevalência dos interesses dos cidadãos e dos profissionais da segurança pública, e não do poder econômico e da tecnoburocracia policial ou estatal.
                A 1ª CONFERÊNCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA – 1ª CONSEG, realizada em agosto de 2009,  buscou apresentar os princípios e diretrizes para segurança pública, onde ficou evidenciada a necessidade de descentralização da questão de segurança, com ênfase na autonomia dos três níveis de governo, união, estados e municípios(nestes inclusive nos Distritos e Localidades) .
                Por outro lado,  observa-se uma preocupação com o avanço da política nacional de segurança pública, em diversos segmentos da área, reconhecendo o papel do PRONASCI e do SUSP, com ênfase inclusive organizativa da questão de segurança nos três níveis referidos.
                Mas, sem dúvida, apesar da unificação em grande medida das políticas de segurança pública, em muito, ela ainda é limitada pela influência determinante de políticas dos governantes e sem continuidade que assegure um crescente aperfeiçoamento, continuidade e aprofundamento democrático dos meios de participação da comunidade, dos servidores da área de segurança e demais membros da comunidade  na definição dos rumos a serem seguidos.
                Uma experiência similar a esta pretensão, ainda necessitando de aperfeiçoamento, se trata dos Planos Diretores de Ordenamento Territorial, que se encontram previstos na Constituição Federal, nas Constituições Estaduais e na Lei Orgânica do Distrito Federal e dos municípios brasileiros. Uma medida que tem preservado em muito o interesse da sociedade brasileira.
                Assim, necessário se torna recorrer aos ensinamentos desta experiência, procurando uma adaptação criativa e consistente,  na questão de segurança pública, a partir de princípios e diretrizes legislativas., passando por emenda constitucional a obrigatoriedade de existência de Plano Diretores de Segurança Pública em cada unidade da Federação.
                Somente com a existência destes PLANO DIRETORES DE SEGURANÇA PÚBLICA, entre outras medidas, consideramos que será possível obter um real enfrentamento da Segurança Pública como “dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, e exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”, como previsto no Art. 144, da Constituição Federal.
                Daí, a proposta da PREFEITURA COMUNITÁRIA EM DEFESA DO CRUZEIRO NOVO, de que haja mudanças legislativas visando à exigência da existência de Planos Diretores por unidade da Federação articulado com o Plano Nacional de Segurança Pública, sendo que, somente assim os crescentes recursos destinados à Segurança Pública[1] serão revertidos em prol da sociedade.
Brasilia DF, 1 de maio de 2010.
SALIN SIDDARTHA MARTINS DINIZ  , prefeito comunitário. E HUDSON CUNHA , Coordenador da  SEGURANÇA PÚBLICA

 

[1] Para 2010, o PRONASCI prevê a aplicação de R$ 2,8 bilhões, destinados a 158 municípios e 21 estados.
(2) Resumindo, somos:- Por uma política planejada de Segurança Pública que valorize a vida acima do patrimônio e seja gestada e gerida com a participação popular, inclusive com a elaboração -  a partir de audiências públicas – de Planos Diretores de Segurança Pública locais, distritais, municipais e estaduais, e do Distrito Federal,  com diretrizes e objetivos de curto, médio e longo prazos.

sábado, 15 de maio de 2010

A COMUNITÁRIA participa da Plenária da Coordenação dos Movimentos Sociais do Distrito Federal



.          A COMUNITÁRIA, hoje, dia 15/05/2010,  no auditório da CUT DF,  participou da Plenária da Coordenação dos Movimentos Sociais do Distrito Federal, cuja coordenação coube ao sindicalista Ismael José César, que está na foto ao lado com alguns dos membros da nossa Prefeitura Comunitária.
.           A Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo, com a presença de 8 membros, compareceu e participou ativamente da Plenária Regional do Distrito Federal, tendo indicado dois representantes para participarem do Plenária Nacional da CMS.
.            Na Plenária Regional, além dos debates, foram apresentados exposições altamente enriquecedoras do temas: 1) Os movimentos sociais e o III Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado por FERNANDO MATOS, da Secretaria de DH da Presidência da República; 2)  Racismo e Intolerância Religiosa, por ALEXANDRO DA ANUNCIAÇÃO REIS, Subsecretário de Políticas para Comunidades Tradicionais; 3) Homofobia e Direitos Humanos, apresentado pela Assessora da Liderança do PT no Senado Federal,                              , 4) Licidade do Estado, Prostituição e aborto: apresentado por Michelli Costa, da Marcha Mundial das Mulheres, 5) Questionamentos do MP ao PDOT, apresentado pelo promotor ANTHONY ...., 6) Luta por moradia e Criminalização dos Movimentos Sociais, por FLÁVIO DO CARMO ANUNCIAÇÃO, do Movimento Pró Moradia Ambiental e da Organização Amigos das Veredas, e, 7) O PDOT e a questão ambiental, pelo ex-superintendente Regional do IBAMA, FRANCISCO PALHARES.
.           Foi aprovado pelos presentes um Manifesto  da CMS-DF, a receber redação final, cujo texto apresentaremos posteriormente neste blog.
.            Na Plenária Nacional da CMS, a realizar em São Paulo, haverá o debate para definição de um PROJETO NACIONAL E POPULAR DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA O BRASIL.                                
            
                        
VEJA OS VÍDEOS DE ENTREVISTA DA COMUNITÁRIA DURANTE A PLENÁRIA DA CMS  PARA O BLOG DO YURI DO DCE UnB
SALIN SIDDARTHA - SOBRE OS PPCUB

DIRETOR COMUNITÁRIO HUDSON CUNHA SOBRE OS PLANOS DIRETORES DE SEGURANÇA PÚBLICA


   O QUE É A COORDENAÇÃO DE MOVIMENTOS SOCIAIS
* A Coordenação de Movimentos Sociais (CMS) foi criada em abril de 2003, organizada por diversos movimentos tais como a CUT, UNE, UBES, UBM, CMP, CONAM, MMM, MST, UNEGRO, movimentos de moradia, estudantil, de desempregados, pastorais e diversos sindicatos. É um espaço de convergência, de construção de unidade e de reflexão entre os mais diferentes movimentos e formas organizativas de nosso povo, o qual é de suma importância e necessário nessa conjuntura complexa de necessidade de mudanças sociais.
Por isso, houve consenso na construção desse espaço, que deve ter a seguinte natureza:
a) ser um espaço de reflexão e entendimentos estratégicos, de convergência de todas as forças populares que querem mudanças sociais e uma oportunidade para intercambio de calendários, experiências organizativas e formas de luta.
b) ser um espaço para debater como disputar a sociedade para as mudanças que o país precisa, na luta contra o neoliberalismo e a hegemonia da burguesia.
c) ser um espaço para estimular o reascenso do movimento de massas no país.
d) Gerar unidade de ação entre os mais diferentes movimentos.
e) Construir ações de massa conjuntas, em nível nacional.

domingo, 2 de maio de 2010

II BAILE DA COMUNITÁRIA FOI UM SUCESSO

.           A Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo, em seu papel integrador, realizou no dia 30 de abril de 2010, o seu II Baile, como já anunciado, lá no salão da Igreja Santa Terezinha, o qual contou com a participação de mais de 400 pessoas.

  .           Houve animação com forró, rock, samba, etc.
  .         O sucesso do evento surpreendeu até os seus organizadores, dado que o Baile aconteceu em um dia de chuva.
.            Ao lado, uma apresentação de algumas das fotos tiradas durante o evento.

VEJA OS VÍDEOS DO II BAILE DA COMUNITÁRIA 

sexta-feira, 16 de abril de 2010

II BAILE DA COMUNITÁRIA, DIA 30 DE ABRIL DE 2010.

NO DIA 30 DE ABRIL, 21 HORAS, NO SALÃO DA IGREJA SANTA TERESINHA,  A PREFEITURA COMUNITÁRIA EM DEFESA DO CRUZEIRO NOVO, A COMUNITÁRIA, ESTARÁ REALIZANDO SEU SEGUNDO BAILE.


CERTAMENTE, ESTE SERÁ UM BAILE DE EXEMPLAR,  MELHOR DO QUE O PRIMEIRO, QUE FOI UM SUCESSO.
ADQUIRA SUA MESA.

CLIQUE NO CARTAZ AO LADO, maiores detalhes.
CONVITE COM Wanderson: 8405-0681

quinta-feira, 8 de abril de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA PAUTA DA CÂMARA LEGISLATIVA



.       A Audiência Pública para debater a transferência do Quartel da 11ª CPMind do Cruzeiro para o Sudoeste deixou a população do Cruzeiro com o sentimento de discriminação e certo abandono. A Prefeitura Comunitária manifestou o seu inconformismo na Assembléia da entidade do dia 1o de fevereiro de 2010, perante as autoridades da Área de Segurança.
E, ainda, expressou a necessidade de maior debate da questão, na busca de uma solução não paliativa sobre a questão de segurança no Cruzeiro. 
     Debate este que se mostra mais necessário quando defrontamos com ameaças das autoridades constituídas de reduzirem mais ainda as nossas condições de segurança, com as tentativas intermitentes de tirarem as nossas grades e reduzirem o contigente de policiais militares que prestam serviço no Cruzeiro.
.       A Audiência da CAMARA LEGISLATIVA está designada para o dia 9 de abril, às 19 horas,  a ser realizada no Centro de Ensino nº 02, da Quadra 805 do Cruzeiro Novo, com a presença e manifestaçaõ de autoridades e da população local.
 .            COMPAREÇA VOCÊ TAMBÉM. 
É IMPORTANTE A SUA MANIFESTAÇÃO E PRESENÇA. 
É PRECISO CONQUISTAR MAIOR SEGURANÇA PARA O CRUZEIRO.

sexta-feira, 12 de março de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA DA CLDF: POPULAÇÃO PRESENTE E COBRANDO

.           A PREFEITURA COMUNITÁRIA EM DEFESA DO CRUZEIRO NOVO, em 25 de novembro de 2010, realizou uma Assembléia Geral da Comunidade para debater os problemas de Transporte do Cruzeiro, naquela oportunidade, foi avaliada a possibilidade de designação de uma Audiência Pública na Câmara Distrital sobre o tema. Uma dos convidados, a Deputada Erika Kokay, disse da possibilidade de tornar este desejo realidade e, ainda, mais se dispos a solicitar a Mesa Diretora a sua realização, que foi marcada para hoje, às 19 horas.
             Portanto, tratava de um evento surgido da demanda da população. Mas, não poderíamos deixar que esta atividade do Poder Legislativo realizasse no vazio. Deste então a COMUNITÁRIA realizou três novas Assembléias, onde compareceram autoridades do DTrans, Secretaria de Transportes, Detran, além de gerentes da Viplan e Lotaxi. Havia um crescendo em nossas reunioes em termos de definição dos pontos centrais a serem reivindicados, apresentamos nossas reivindicações às autoridades.
              Estivemos, com 6 diretores, em reunião com o senhor Wagner Canhedo Filho, o qual manifestou a possibilidade de atender ás nossas reivindicações. Aludindo quais estavam em condições de atender de imediato (como já detalhamos em matéria abaixo).
               Na AUDIÊNCIA PÚBLICA, lotando o Auditório do Centro de Ensino nº 2,  a população queria saber da posição da empresa, bem como do posicionamento do membros do Governo. Reiteram nossas reivindicações, o Prefeito Comunitário, Salin Siddartha e a Diretora Márcia Seixas, cobrando as providência, pautando assim as manifestações das autoridades e representantes da VIPLAN.
,               A VIPLAN reiterou as manifestações anteriores, afirmou aguardar decisão do DFTrans. Sobre os novos ônibus nas linhas 168 e 169, o DFtrans disse que a tendência é a aprovação. E, quanto a solicitação do Circular, o DFTrans não tem um posicionamento, mas está estudando a proposta. E, o representante do DTrans declarou que certamente será atendido, pois representa a vontade dos usuários.
.               Quanto as paradas da 103 e 109,  as Autoridades do Executivo declararam que há uma preocupação com ela pela comunidade, mas o DFTrans ou  Secretaria sozinhos não podem resolver, as definições dependem também do DER.
.                Esperamos que, com essa Audiência, haja significativa melhora na questão de transportes, pois, estamos cientes que, depois das nossas manifestações, reuniões com Sindicos e com a realização de um duro relaatório e de Assembléia com a presença de todos os segmentos do setor de Segurança (Comandante Mj. Priscila da 11A, Delegado da 3a DP, Defesa Civil, Administração Regional), obtivemos a presença do policiamento como nunca houve aqui, ademais, houve a substituição por hora insuficiente para compensar a saída do Quartel do Cruzeiro, pela ROTAM instalada aqui, tanto que, no dia 9 de abril de 2010, às 19 horas, estaremos realizando outra audiência pública para debater a questão de segurança, centrando na mudança do Quartel da 11ª CPMind do Cruzeiro para o Sudoeste, com a qual NÃO CONCORDAMOS.
,                 A PREFEITURA COMUNITÁRIA EM DEFESA DO CRUZEIRO, na semana que vem,  espera já ter todas as respostas das demandas apresentadas ao DFTrans. E, ainda, providenciará a cobrança em nível do DER, quanto às nossas paradas.
.                    Em relação às grades horárias, esperamos apoio da população com sugestões de como melhorar ou alterar as grades horárias e trajetos. Mande sua sugestão para o email:  emdefesadocruzeironovo@gmail.com ou em comentário abaixo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

AUDIÊNCIA PÚBLICA PARA DEBATER QUESTÕES DE INTERESSE DA COMUNIDADE DO CRUZEIRO DESIGNADA


.            Já se encontra designada, para o dia 12 próximo, às 19 horas, inclusive constando da agenda no site da CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, por solicitação formulada perante a Deputada Erika Kokay, pela Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo.
.              Esperamos contar com a presença da Comunidade neste evento que é de importância vital para enfrentarmos construtivamente em busca de resoluções os problemas defrontados pela nossa Cidade.
.                 Na oportunidade, a Prefeitura Comunitária apresentará um ponto de vista sobre a questão de transportes, inclusive as vitorias obtidas em negociações e conversas entabuladas com os representantes da VIPLAN, inclusive em audiência com o Vice-Presidente da empresa, o Senhor WAGNER CANHEDO FILHO, quando tiramos a garantia de mais um ônibus para as linhas 168, outro para 169, bem como de melhoria do serviço de transportes em termos de higiene e, ainda, a promessa de criação do circular do Cruzeiro (interno) até a Rodoferroviária e Feira dos Importandos, cujo roteiro descreveremos no site do GT de Transportes.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

REUNIÕES E EVENTOS DE INTERESSE DA COMUNITÁRIA

AVISOS

22/02/2010Reunião da COMUNITÁRIA com os usuários de ônibus 
Evento da Prefeitura Comunitária em Defesa do Cruzeiro Novo
(segunda-feira) Horário: 19h30min
                      Local: Centro Educacional nº 02
                               SHCE/S Qd. 805 Lote 02, Cruzeiro Novo


23/02/2010 - Reunião preparatória dos debates sobre o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília
(terça-feira)    Horário: 19h30min
                          Local: SBN Quadra 2 Bloco K - Auditório do Plano Piloto

25/02/2010 - Reunião do Conselho de Segurança
Evento do CONSEG CRUZEIRO, Conselho de Segurança do Cruzeiro.
(quinta-feira)   Horário: 19h30min
                          Local: No salão multiuso da Biblioteca do Cruzeiro Velho

12/03/2010 - Audiência Pública  Câmara Legislativa - Sobre o transporte coletivo no C.N.
(sexta-feira)    Horário: 19h30min
Evento requerido à Câmara Legislativa pela Prefeitura Comunitária.
                          Local: Centro Educacional nº 02
                               SHCE/S Qd. 805 Lote 02, Cruzeiro Novo - AUDITÓRIO

sábado, 6 de fevereiro de 2010

CIDADE EM FOCO, PROGRAMA DE SALIN SIDDARTHA, NA REGIONAL FM

.                  O programa CIDADE EM FOCO estreiou com sucesso,  seu locutor: o nosso Prefeito Comunitário, Salin Siddartha,.
.          Neste primeiro programa - além de apresentações musicais de qualidade,  análises, notícias e matérias de interesse da população cruzeirense - foram entrevistados: 
1)  o Administrador Regional do Cruzeiro,  Zenóbio Rocha, que abordou medidas tomadas pela Administração Regional, inclusive em relação aos carros velhos em estacionamentos em áreas públicas do Cruzeiro;
2)  Manoel Henrique, o líder do Cruzeiro Center e um dos Coordenadores do Movimento em Defesa do Cruzeiro, que manifestou sobre a necessidade de uma revitalização do Cruzeiro Center ;
3) Wanderson Carvalho,  na qualidade de síndico,  ele é também vice-Prefeito da Comunitária, apresentou diversos aspectos interessantes para uma boa gestão de condomínio; 
4) Ismael José César,  Secretário de Políticas Sociais da CUT-DF, que salientou o papel de coordenação das lutas sindicais no DF, por parte da CUT, bem como o papel  da entidade na luta contra corrupção; e, 
6) Hudson Cunha, membro do Grupo de Trabalho de Segurança Pública e Diretor de Comunicação da nossa Prefeitura Comunitária, que centrou sua intervenção na proposta de criação de Planos Diretores de Segurança Pública.
.                    Houve ainda a participação da comunidade no programa por email remetidos e por telefone ao vivo.

.                    O programa vai ao ar todos os sábados, das 10 às 12 horas, na Rádio Comunitária Regional FM.
.                      Posteriormente, as matérias idas ao ar figurarão no podcast da COMUNITÁRIA, com links a partir deste endereço.
ASSISTA NA PRÓXIMA SEMANA, SÁBADO, ÀS 10 HORAS, CIDADE EM FOCO, pelo computador no endereço www.regionalfmbrasilia.com.br  ou no rádio pela 98 FM.